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quinta-feira, 11 de março de 2010

Prioridades e Desígnios

Paulo Rangel não hesita em colocar o “alívio do peso da dívida” sobre Portugal e os portugueses como um dos desígnios do seu programa. Abstendo-se de comentar as polémicas afirmações, relativas ao défice, do seu principal adversário, Rangel prefere assegurar que a criação de uma forte classe média é prioritária para qualquer governo Social-Democrata.
O candidato a líder do PPD/PSD manifestou-se ainda a favor do adiamento na construção do novo aeroporto de Lisboa. Segundo Paulo Rangel, “há alternativas que nos permitiriam poupar essa aventura de endividamento”.

terça-feira, 9 de março de 2010

O PEC segundo Paulo Rangel!

Paulo Rangel revelou ontem a sua análise em relação ao Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC), apresentado pelo primeiro-ministro.
Segundo o candidato, o PEC parte de pressupostos errados e vai acentuar as desigualdades regionais e aumentar a carga fiscal, sobretudo sobre a classe média.
Este PEC é mais de estabilidade do que de crescimento, já que prevê um endividamento externo para 2013 de 140%. Rangel denuncia ainda a falsa afirmação de que não haverá um aumento dos impostos, já que a carga fiscal vai, de facto, aumentar, nomeadamente nas despesas de educação e saúde.
Suspendendo o investimento previsto a norte do Tejo e mantendo o investimento a sul, o governo não só aumenta as assimetrias regionais, como também defrauda as promessas eleitorais que lhe valeram, há poucos meses, a vitória.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

“Precisamos de um D. Dinis para repensar a agricultura em Portugal”


Paulo Rangel reafirmou ontem, em Torres Vedras, a agricultura como uma das suas principais preocupações. Segundo o candidato, a agricultura deve deixar de ser encarada numa perspectiva estritamente económica, mas como uma “questão estratégica de defesa nacional”.
De facto, Portugal transformou-se rapidamente num país com uma economia eminentemente terciária, de prestação de serviços, não apostando na produção de bens tangíveis.
Paulo Rangel salienta a necessidade do país em ter “reservas agrícolas”, denunciando o plano económico socialista. Portugal deverá voltar a virar-se para a produção agrícola como aposta na criação de riqueza e valor internos, apoiando a agricultura e os agricultores. O país deve manter uma capacidade de produção que garanta a autonomia perante os mercados internacionais.
A aposta no desenvolvimento da agricultura é, também, necessária na medida em que esta contribuirá para atenuar as disparidades entre interior e litoral. De qualquer forma, lembrem-se zonas bastante próximas de Lisboa e com uma componente agrícola significativa e frequentemente esquecida, nomeadamente: Azambuja, Mafra, Torres Vedras e Sintra. Uma aposta forte e clara neste sector de actividade teria repercussões positivas em todo o território nacional.